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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

FAMÍLIA: 'TODOS QUEREM O MELHOR?'


Por: Pr. Rogério Postigo 


De modo geral, conseguimos perceber quando a quantidade de determinado produto é superior a de outro, ou seja, distinguir entre o bom e ruim. Se tivermos de fazer uma escolha, optaremos sempre pelo melhor, claro. Mas porque não fazemos o mesmo em relação a questões fundamentais, que ditarão o nosso futuro, como a decisão por Jesus, a escolha de um cônjuge ou a forma de criar os filhos? Se queremos desfrutar de uma vida melhor, em todos os níveis, devemos estar conscientes da responsabilidade que paira sobre nossos ombros a respeito das escolhas que fazemos, pois elas determinarão o amanhã.

A Bíblia afirma que o grande rei Davi foi vítima de uma decisão inconsequente, da qual se arrependeu muito. Falo da atitude de permanecer no palácio no período em que os reis iam para guerra.

Certo dia, quando acordou e olhou pela varanda, viu uma linda mulher banhando-se a céu aberto. Davi caiu em pecado com ela e ainda foi responsável pela morte do seu marido. Misericórdia! Porém, antes que o rei consumasse o adultério, ou seja, no momento em que a mulher era conduzida até os aposentos reais, aqueles que assistiram àquela cena devem ter pensado: "Ela é casada, e esta história não vai acabar bem". Parece que só Davi não enxergou isso.

Esse tipo de erro e outros semelhantes estão acontecendo agora com vária pessoas, mas o pecado cega suas vítimas de tal modo, que a grande maioria só perceberá depois de cair (2 Co 4.4). Creio que isso aconteça por não usarem a Palavra de Deus como lâmpada para iluminar os caminhos escolhidos (Sl 119.105), pois, afinal, em trevas, ninguém vê onde está pisando.

Misericórdia e perdão -  Já atendi muitas pessoas em meu gabinete, as quais, chorando, contaram-me os mais tristes episódios da vida delas. No entanto, quanto indaguei acerca de seus relacionamentos com Deus, confessaram-me que sabiam da necessidades de obedecer a Ele, mas não o fizeram. Os erros e os pecados são sempre acompanhados de desculpas, mas um pastor, amigo meu, certa vez, disse: Nunca vi o diabo levando alguém debaixo do braço para pecar. É fato que ele nos tenta, mas não somos tentados além do que podemos suportar. Qualquer pessoa que já caiu em pecado sabe que o escape lhe foi oferecido pelo Senhor, mas não foi aceito (1 Co 10.13).

Para aquele que caiu, só resta arrepender-se com sinceridade e receber do Altíssimo a misericórdia e o perdão (1 Jo 1.9). Graças a Deus, existe esse recurso celestial, mas o melhor é não pecar, como o melhor é sempre obedecer a Deus: Tem, porventura, o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios como em que se obedeça à palavra do SENHOR? Eis que obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros (1 Sm 15.22).

Na formação de uma família, obedecer a Deus é imprescindível para alcançar a felicidade. A obediência deve perpassar questões como a escolha do cônjuge - que tem de ser da mesma fé (2 Co 6.14); o deixar o pai e mãe (fisicamente, emocionalmente, e financeiramente) para, a dois, iniciar um nova etapa por meio do casamento (Mt 19.5,6); a criação dos filhos no caminho de Cristo (Pv 22.6); a administração dos bens familiares e de todos os demais problemas envolvidos na edificação do lar (Pv 14.11).

Vemos, assim, que, quando obedecemos às orientações do Senhor Jesus, estamos edificando o lar sobre um alicerce firme: a Rocha, que é Cristo. Portanto, essa casa resistirá aos ataques inevitáveis que bombardeiam a família. Ela não vai cair. Glória a Deus!



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Pr. Rogério Postigo é advogado e líder estadual da Igreja Internacional da Graça de Deus (IIGD) no Rio de Janeiro, e tem uma coluna chamada "FAMÍLIA" na Revista Graça/Show da Fé - Graça Editorial.








(Postado por: MARCOS MARCELINO)














Fonte: Revista Graça/Show da Fé





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