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domingo, 14 de julho de 2013

TESTEMUNHO: BEBÊ JÁ MORTO É COLOCADO NO ALTAR E RESSUSCITA MILAGROSAMENTE

Bebê dado como morto é colocado no altar de Igreja e ressuscita milagrosamente desafiando as "leis" da ciência; jornais internacionais deram destaque para o caso

Uma  criança recém-nascida que teve o óbito declarado após seus pulmões não funcionarem voltou à vida mais de três horas depois, quando os preparativos para seu funeral começavam a ser feitos.

O caso que desafia as “leis” da ciência ocorreu na cidade de Londrina, interior do Paraná, e percorreu o mundo acompanhado do título de milagre. Jornais internacionais, como o Washington Times deram destaque para o caso em suas páginas na internet.

Chamada de Yasmin, a menina nasceu de parto normal, com 2,6 Kg, após uma gestação de 26 semanas. De acordo com informações do portal local Tá no site, os exames pré-natal não apontaram nenhuma irregularidade com a gravidez, e a notícia de que os pulmões da menina não funcionaram após o rompimento do cordão umbilical foi devastadora para a mãe.

“Meu mundo desabou ali. Foi muito desesperador ver todos os sonhos indo embora”, disse a mãe de Yasmin, Jenifer da Silva Gomes, 22 anos. O pai da criança, Cleverson Carlos Gomes, 26 anos, foi informado do óbito em seguida.

VIDA

Os médicos colocaram o corpo de Yasmin numa caixa e levaram para o altar da capela do Hospital Doutor Lincoln Graça. Aproximadamente três horas depois, quando o carro da funerária chegou e Elza Silva, avó de Yasmin foi pegar seu corpo, a menina começou a se mexer, movimentando as pernas.

“Foi uma emoção muito grande. Eu tremia e nem conseguia falar de alegria”, disse Elza, que estava acompanhada da dona da funerária, Rosilis Marinello Ferro. “Sua filha está viva”, gritava uma das enfermeiras, pelos corredores do hospital. A mãe de Yasmin diz que não entendeu o que estava acontecendo de imediato: “Eu fiquei sem reação, não sabia o que pensar. Confesso que até passei mal, mas depois não me contive de alegria”, declarou.

Levada imediatamente por uma ambulância do SAMU para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Infantil de Londrina, a menina foi internada e respira com a ajuda de aparelhos. O quadro é considerado grave, porém estável.

Agora, os pais da criança estudam adicionar “Vitória” após o nome escolhido inicialmente. O pai da menina descarta processar o hospital por erro médico: “Foi tudo muito transparente e deu para ver que eles se empenharam muito para salvar minha filha”, afirmou Cleverson.

Um grupo de oração da Igreja Avivamento Bíblico, coordenado pelo pastor Jorge Teodoro Rodrigues, tem oferecido apoio e assistência à família, segundo o site Tá na Cidade.


CIÊNCIA NÃO EXPLICA

“Muitos podem apontar suposições, mas só quem estava ali para saber o que realmente ocorreu. Em vinte anos de medicina, nunca presenciei nada parecido com este caso”, afirmou o médico Aurélio Filipak.

Responsável pelo parto, Aurélio afirma que o procedimento foi iniciado normalmente, porém houveram complicações: “Houve certa dificuldade no final do parto, mas nada fora do normal. Não precisamos usar fórceps. Porém o problema começou quando percebemos que o pulmão da menina não se expandiu”, contou.

A iniciativa de iniciar procedimentos de oxigenação e entubação foi prontamente realizada pela equipe que acompanhava o parto. “Ela manteve os batimentos durante 15 minutos, depois disso foram decaindo até parar”, relatou o doutor Aurélio.

Em seguida, massagens cardíacas e outras tentativas de reanimação duraram aproximadamente uma hora, mas não surtiram efeito. O médico então, constatou o estado de midríase paralítica, que é a falta de resposta das pupilas aos estímulos, o que o levou a declarar o óbito. “O oxímetro e o monitor cardíaco apontavam que ela estava sem respiração e batimentos”, afirmou.
Dr. Aurélio Filipak

Após a ressurreição milagrosa de Yasmin, o médico foi informado do ocorrido, e revela que se emocionou: “Foi como se eu tivesse pisando em nuvens”, conta.

Para ele, uma tentativa de explicar o retorno de Yasmin à vida pode estar ligada a um possível efeito atrasado da adrenalina. “É apenas suposição”, frisa o doutor. Segundo ele, embora a menina tenha superado a morte, é possível que ela tenha sequelas: “Não dá para saber quanto tempo ela ficou sem respirar ali na capela. Isso pode causar danos, mas, diante do que ela venceu, não vou me surpreender nenhum pouco se ver essa menina correndo por aí”.

Questionado pela imprensa sobre a possibilidade de milagre, o doutor respondeu de forma ponderada: “Há muitos mistérios entre o céu e a terra do que podemos imaginar”, disse, parafraseando Shakespeare.

A história incomum e emocionante de Yasmin, e os pedidos de oração para que ela supere o quadro grave de saúde tem sido compartilhado por muitos cristãos nas redes sociais.


Por: Tiago Chagas


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Fonte: Gospel +





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