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sexta-feira, 8 de março de 2013

FAMÍLIA: GESTOS DE AMOR




Por: Pr. Rogério Postigo

Neste artigo, antes de dar prosseguimento ao assunto, desejo chamar sua atenção para maior demonstração de amor de todos os tempos: Deus decidiu amar o homem, apesar de suas imperfeições, e este tão grande amor nos conquistou.

Isso me faz lembrar a história de um escravo que se recusa a trabalhar para o seu senhor. Sua fama no mercado de escravos era péssima, e ninguém queira comprá-lo, pois, afinal, não trabalhava para ninguém. Entretanto, quanto um forasteiro chegou ao mercado, logo se interessou por ele, e o dono do escravo fez tudo para vendê-lo. Mas o escravo logo disse: "Não me compre, pois não vou trabalhar para você". O forasteiro sorriu, efetuou o pagamento, e sua primeira ordem ao escravo, após libertá-lo das cordas, foi: "Sente-se ao meu lado na carroça", Todo desconfiado, o escravo respondeu que não adiantava, pois não trabalharia para ele. Após uma longa e silenciosa viagem, o forasteiro, apontando para uma fazenda linda, que , se via à direita da estrada, perguntou ao escravo: "O que você acha?". O escravo respondeu-lhe: "É bonita, mas eu não vou trabalhar para você". "É verdade", disse o bom homem. "A partir de agora, você é livre, e esta fazenda é sua. Não precisará mais trabalhar para ninguém". Então, o escravo caiu de joelhos e exclamou: "Deixe-me trabalhar para você!". Este relato exemplifica o que o Senhor Jesus fez conosco. Ele nos amou de tal forma, que queremos servir-Lhe por toda a vida.

Examinando a maneira de o Senhor Jesus  demonstrar amor, podemos observar que Ele nos incentivou com palavras: Eis que estou convosco todos os dias [...] Mt 28.20b. Ele demonstrou amor ainda por meio do serviço, lavando os pés dos discípulos (Jo 13.8). Também deu atenção exclusiva a uma mulher samaritana (Jo 4), mostrando que devemos gastar tempo com as pessoas.

Ele provou o Seu amor mediante o contato físico quando tocou um leproso, curando não só a sua pele, mas também o seu interior, fazendo-o vencer a dor da rejeição (Mc 1.40-45). Essa foi uma atitude deliberada da parte do Senhor e deve ser nossa também. Afinal, o toque físico é uma linguagem de amor - uma forma de comunicação poderosa, que, no relacionamento conjugal, pode ser o simples toque no ombro ou o mais  apaixonado dos beijos.

Entretanto, sabemos que, ao longo dos anos, no casamento, pode tornar-se difícil admitir a necessidade do toque físico. Essa dificuldade, no entanto, não deve fazer com que os casais deixem de usar essa linguagem de amor, pelo contrário. Especialmente na área sexual, é necessário sermos sempre bastante honestos com nosso cônjuge e conosco sobre os toques que nos fazem sentir mais amados e seguros. Meu conselho é: sejam abertos e sinceros um com o outro e que Deus os abençoe!


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Pr. Rogério Postigo é advogado e líder estadual da Igreja Internacional da Graça de Deus no Rio de Janeiro, tem uma coluna chamada "FAMÍLIA", na Revista Graça/Show da Fé.


Fonte: Revista Graça/Show da Fé



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